minha princesa Raquel também tem down. Ela está com 1 ano e oito meses. Ao ler este relato, vi toda a nossa história sendo descrita, só que com outros personagens…Parabéns! e obrigada pelas suas palavras. Tem horas que fico angustiada…é bom saber que não estamos sozinhos! Deus abençoe sua família!
Parabéns! E muito obrigada pelo seu blog! Em seu relato pude ver a nossa histótia sendo contada… Não tenho gêmeos, mas tenho Pedro com 12 anos e Raquel (sd) com 1 ano e oito meses.Ela é a nossa alegria e a nossa razão de viver, não sei como seríamos sem ela! Com certeza voltados para o nosso umbigo e sentados à sombra… Só em relatos de pais é que encontramos realmente esse conforto, porque infelizmente alguns profissionais da medicina e a literatura sobre a sídrome ainda falam só das barreiras e dos problemas enfrentados… E não como superá-los . Mais uma vez Obrigada ! Deus abençoe sua família! Lucimére
Lucimere,
Muito obrigada pelo seu comentário.
Fico muito feliz que as minhas palavras tenham te trazido conforto. O início da vida com um filho com síndrome de Down não é fácil, muito mais pelos preconceitos que carregamos conosco do que pela síndrome em si. Infelizmente, nem sempre encontramos a ajuda necessária para nos informarmos de modo a quebrar estas barreiras que estão dentro de nós. Por outro lado, o caminho em busca disso torna-se uma inigualável experiência de autoconhecimento e superação das próprias limitações.
Nossos filhos não tem limitações por terem síndrome de Down. Estas limitações lhes são impostas de forma arbitrária, a partir de um julgamento carregado de preconceitos. Livre-se deles e ajude as pessoas próximas – família, vizinhos, amigos – a enxergarem a sua filha Raquel antes e além da síndrome. Ensine-lhes a amá-la e a acreditarem nela como você acredita. Este é o nosso papel; não só preparar os nossos filhos para se adequarem ao ambiente, mas buscar transformar o ambiente à nossa volta para receber e acolher os nossos filhos.
Muita felicidade pra vocês. Deus abençoe a sua família!
Um abraço,
Ana Paula
minha princesa Raquel também tem down. Ela está com 1 ano e oito meses. Ao ler este relato, vi toda a nossa história sendo descrita, só que com outros personagens…Parabéns! e obrigada pelas suas palavras. Tem horas que fico angustiada…é bom saber que não estamos sozinhos! Deus abençoe sua família!
Parabéns! E muito obrigada pelo seu blog! Em seu relato pude ver a nossa histótia sendo contada… Não tenho gêmeos, mas tenho Pedro com 12 anos e Raquel (sd) com 1 ano e oito meses.Ela é a nossa alegria e a nossa razão de viver, não sei como seríamos sem ela! Com certeza voltados para o nosso umbigo e sentados à sombra… Só em relatos de pais é que encontramos realmente esse conforto, porque infelizmente alguns profissionais da medicina e a literatura sobre a sídrome ainda falam só das barreiras e dos problemas enfrentados… E não como superá-los . Mais uma vez Obrigada ! Deus abençoe sua família! Lucimére
Lucimere,
Muito obrigada pelo seu comentário.
Fico muito feliz que as minhas palavras tenham te trazido conforto. O início da vida com um filho com síndrome de Down não é fácil, muito mais pelos preconceitos que carregamos conosco do que pela síndrome em si. Infelizmente, nem sempre encontramos a ajuda necessária para nos informarmos de modo a quebrar estas barreiras que estão dentro de nós. Por outro lado, o caminho em busca disso torna-se uma inigualável experiência de autoconhecimento e superação das próprias limitações.
Nossos filhos não tem limitações por terem síndrome de Down. Estas limitações lhes são impostas de forma arbitrária, a partir de um julgamento carregado de preconceitos. Livre-se deles e ajude as pessoas próximas – família, vizinhos, amigos – a enxergarem a sua filha Raquel antes e além da síndrome. Ensine-lhes a amá-la e a acreditarem nela como você acredita. Este é o nosso papel; não só preparar os nossos filhos para se adequarem ao ambiente, mas buscar transformar o ambiente à nossa volta para receber e acolher os nossos filhos.
Muita felicidade pra vocês. Deus abençoe a sua família!
Um abraço,
Ana Paula